Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo.
De cada vez que vens o meu cabelo já cresceu 1 cm....e as calças estão consideravelmente mais largas...até s reunirem as condições de usar um string na Ilha Bacardi *****
Ninguem sabe, mas eu comprei-te, de forma que és minha propriedade! Vivendo uma espécie de escravatura moderna em que apenas a logística impede o total constragimento!
As fotos de ontem é q eram gajas d funcionar aqui****
Never seen!
S fosse era aquela situação...viver s ti aqui é tornar tudo isto numa desertica e insustentável landscape! Mas tem d ser...Tu lá eu cá...à espera q o tempo nos dê o tempo a que temos direito!
oi Rabiola! Grande golo em alvalade... voltaste aos velhos tempos! Este ano tinhas lugar no plantel do FCP.. espero que o conquists com grandes exibições, mas domingo espero que seja excepção! Não marques ao FCP pah.
Bora lá casar outra vez, dia 21 de Dezembro em Paris...e 21 de Junho em CayO!
SaBi-tudo acho q ainda n t perguntei qtos são os guerreiros de terracota (isto a proposito de 'ninguem à excepção da Rainha Isabel poder fazer a nomeação |Sir|')
eu odeio olhão e todo o algarve em geral...o calor africano insuportável, o cheiro de terra seca, as gritantes desigualdades que fazem rivalizar os deprimentes campos de golfe verdejantes com as pessoas a viver miseravelmente...a água que estraga o cabelo, a falta da vivencia caotica e cosmopolita, os palavrões nortenhos e a nossa hospitalidade e simpatia de quem vive de bem com a bida carago!
Enfim, detesto, deu pra perceber pelas vezes q me deu o beriberi e me apeteceu bazar...mas agora que está próxima a hora de ir embora tenho o coração apertadissimo...porque já me está a falar toda a tua circunstância...a terra n interessa, o meu lugar é perto de ti com o Bob e os vossos disparates de miudos...mas o Torga diz bem...em qualquer aventura o que importa é partir não é chegar!
Haveria palavras inesgotáveis para dizer simplesmente que deixo uma parte de mim...mas é também inexorável o repertório sobre como é importante ir hacia delante...
Lembrei-me de traduzir um texto que me despertou numa das contrariadas e bafientas manhãs olhanenses. Mais ou menos assim...
Somos o que sonhamos ser e esse sonho não é tanto uma meta, como uma energia… Cada dia é uma crisálida, cada dia brilha uma metamorfose. Caímos. Levantamo-nos. Cada dia a vida começa de novo. A vida é um acto de resistência e re-existência. Vivemos, revivemos. Mas tudo é mantido na memória. Somos o que recordamos, a memória é o nosso lar nómada. Como as plantas ou as aves migratórias, as lembranças têm a estratégia da luz. Vão sempre à frente, como um remador que se deita de costas para ver melhor. Há uma dor semelhante à dor física, que é perder um pouco de memória. Essas fotos imprescindíveis no álbum da vida. Portanto, há uma espécie de melancolia que não pega, mas alimenta a liberdade. Nessa melancolia, como que a espuma sobre as ondas, ascendem os sonhos.
abraço